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Os 7 Pecados do cinegrafista

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Os 7 Pecados do cinegrafista

Mensagem  Admin em Qui Jan 05, 2012 7:46 pm

Os 7 pecados capitais do videomaker
Apontaremos sete erros mais comuns cometidos por quem começa a operar uma câmera de
vídeo. São sete os pecados capitais que podem dar ao vídeo uma aparência ruim, amadora...
1- Não Centralizaras os assunto principal
Se você indagar a um amador como deve ser feito um bom enquadramento, ele lhe responderá:
Basta centralizar o assunto principal. Mas lembre-se: você não está caçando e sua câmera de
vídeo não é a mira de uma arma. O posicionamento do tema principal no centro do quadro é uma
das características mais amadoras de uma imagem. A centralização não favorece a percepção do
segundo plano e confere a imagem a pouco dinamismo e interesse visual. A regra dos terços é
uma antiga teoria a cerca da composição que propõe uma forma simples e eficaz de compor a
imagem. A idéia é dividir o quadro em nove partes iguais através do traçado imaginário do
cruzamento de duas linhas horizontais com duas verticais. Dessa forma, obtemos quatro pontos
de interesse (pontos focais) formados pelo cruzamento dessas linhas. A regra diz que esses
pontos focais são os mais indicados para a colocação dos elementos principais no quadro.
2 - NÃO ABUSARÁS DO ZOOM!
O movimento de zoom (in ou out) é muito atraente e tentador para o operador de câmera
iniciante. Porém, seu uso exagerado é cansativo e artificial para o expectador, pois o olho humano
não varia o ângulo de visão. Além disso, a seqüência ficará previsível e pouco interessante, pois o
expectador assistirá às imagens certo de seus movimentos repetitivos. Evite fazer séries de
movimentos de zoom e não emende um zoom in com um zoom out. Faça poucos movimentos,
sempre justificados. O zoom in deve evidenciar algo ao expectador. O zoom out deve revelar
informações novas e, preferencialmente, relacionadas ao assunto do quadro inicial.
3 - NÃO GRAVARÁS A PARTIR DE UMA ÚNICA POSIÇÃO?
Novamente, esta é uma das características mais amadoras em uma seqüência de imagens.
Movimente-se! Diversifique o posicionamento da câmera e procure pontos de vista mais
interessantes. Note que o operador de câmera profissional está sempre se movendo enquanto
registra suas imagens.
4 - NÃO GRAVARÁS TODOS OS PLANOS À ALTURA DO SEU OLHAR?
Enxergamos tudo a partir da altura de nossos olhos. Portanto, se gravarmos nossas imagens
sempre dessa maneira, o resultado será muito convencional. Além de diversificar a posição altere,
também, a altura da câmera, a fim de encontrar ângulos visualmente mais interessantes.
Câmeras altas e baixas aumentam o impacto visual das imagens.
5 - NÃO FARÁS LONGAS PANORÂMICAS HORIZONTAIS E VERTICAIS?
Geralmente, os movimentos de câmera devem ser curtos, para não se tornarem cansativos ao
expectador. A famosa panorâmica de 360º deve ser excluída de sua seqüência. Também não
emende uma série de panorâmicas, poupando o expectador da incômoda sensação de estar
girando o tempo todo.
6 - NÃO GRAVARÁS MUITOS SEGUNDOS DE CADA PLANO?
Não edite suas imagens durante a gravação. O tempo de duração de uma tomada deve ser
decidido no processo de edição. Para efeito de captação, grave cada plano além do tempo que
imagina ser necessário para edição (overlaps).
7 - NÃO SE COLOCARÁS EM SITUAÇÕES DE CONTRA-LUZ ?
O assunto principal geralmente, em primeiro plano - deve ser mais iluminado que o segundo
plano. Em sua situação de contra-luz isto não ocorre e você terá problemas ao fazer o ajuste de
exposição. Se trabalharmos com muita luz no segundo plano e uma abertura de diagrama
excessiva, a imagem será comprometida, pois as áreas mais claras serão invadidas pelo branco.
Dizemos, então, que ouve superexposição e chamados este tipo de imagem de superexposta
(estourada) no segundo plano e subexposta no primeiro plano. Portanto, evite colocar-se em
situações de contra-luz.
Filmagem: dicas para uma boa iluminação
Você sabe tirar o melhor proveito do white balance Operacionalmente, bater o branco (termo
popularmente empregado para definir o processo) é tarefa fácil e conhecida de todos os
operadores de câmera. Entretanto, a busca pelo branco mais branco pode limitar criativamente o
trabalho. É possível obter efeitos de cores muito bonitos e interessantes utilizando o white
balance. Ao realizar o melhor ajuste, suas imagens ganharão em qualidade e criatividade.
Aplicação
O balanceamento do branco corrige uma pequena influência de cor existente nas fontes de luz
branca. Você já notou que o refletor que utiliza para iluminar suas cenas produz uma luz
alaranjada. Logo, tudo o que for iluminado por este refletor também ficará alaranjado. Não se
percebe este tom laranja porque o olho humano ajusta-se à cor da luz, automaticamente. A
câmera de vídeo, não. Sem o white balance, a câmera registrará imagens alaranjadas. Quando
este é feito, a câmera identifica que a cor da luz utilizada é branca, com uma pequena influência
de laranja. A função do ajuste é eliminar essa influência de laranja para que as cores das cenas
gravadas sejam mais realistas.
As cores da luz
É importante saber quais são as fontes de luz principais e qual é a predominância de cor em cada
uma delas. Você precisará dessas informações para fazer ajustes de white balance mais criativos.
Basicamente, é comum trabalhar com três tipos de fontes de luz: incandescentes, fluorescentes e
natural (luz do sol). Uma fonte incandescente muito comum é a que temos em casa, a lâmpada
comum, redondinha. Pode-se perceber que ela é alaranjada. Os refletores utilizados por
profissionais que gravam casamentos e eventos sociais também são fontes de luz
incandescentes, alaranjadas.
As lâmpadas fluorescentes são as tubulares, aparentemente brancas. Geralmente, encontra-se
esse tipo iluminação em escritórios comerciais, supermercados, hospitais, etc. Lâmpadas
fluorescentes são muito comuns. Você sabe qual é a predominância de cor da luz proveniente
desse tipo de lâmpada, Verde. Ficou surpreso? Se estiver gravando em um ambiente iluminado
por lâmpadas fluorescentes e não bater o branco, as imagens ficarão esverdeadas. A fonte de luz
natural, o sol, produz uma luz azulada. Todas essas fontes emitem uma luz branca porém, com
uma pequena predominância de cor. Vale reforçar que a luz incandescente é amarelada, a
fluorescente é esverdeada e a natural é azulada.
Para obter cores naturais
A busca por mais realismo no registro de cores demanda que você bata o branco sob a luz que
vai iluminar as cenas. Se for gravar uma seqüência iluminada por uma fonte fluorescente, deverá
ajustar o white balance no local onde a cena será gravada, sob a luz que realmente iluminará o
quadro (no caso, uma fonte de luz fluorescente, esverdeada). O balanceamento do branco
permitirá que a câmera identifique a cor da luz e elimine a pequena predominância de verde,
obtendo-se, assim, uma gravação de cores mais naturais e realistas.
Corrigindo a cor da luz
Ao identificar a cor da luz, a câmera a neutraliza por meio de uma cor oposta e complementar. A
cor oposta ao verde é o magenta (tom identificado no papel do bombom Sonho de Valsa). Logo,
ao bater o branco sob uma fonte de luz fluorescente, a câmera estará adicionando magenta, para
que a cor da luz seja corrigida e as imagens não fiquem esverdeadas. A cor oposta ao azul (luz
natural) é o âmbar (tom alaranjado, semelhante à das fontes de luz incandescentes). Sabendo
como a câmera corrige as cores da luz você poderá fazer ajustes de white balance mais criativos
e corrigir problemas muito conhecidos.
Fontes de luz fluorescentes
Você já percebeu que as pessoas parecem mais pálidas quando trabalhamos com uma fonte de
luz fluorescente, mesmo ajustando o white balance corretamente? Para solucionar esse
problema, bata o branco por meio de uma gelatina ou filtro de correção levemente azul, colocado
em frente à lente da câmera. Depois, retire a gelatina e grave normalmente. Você verá que as
pessoas parecerão mais? coradas? e a tonalidade geral da cena será mais ?quente? e agradável
? mais âmbar. Como isso é possível? Ora, é simples: ao colocar uma gelatina azul em frente à
lente, a câmera? compreende? que a luz que está iluminando a cena é azul e adiciona âmbar
para corrigir e eliminar esta tonalidade. Ao se retirar a gelatina azul, todas as imagens ficarão com
a influência da cor âmbar (alaranjada).
É importante que a gelatina utilizada para bater o branco seja levemente azul, para que as
imagens finais não fiquem muito alaranjadas. Eis as gelatinas possíveis para se obter um bom
resultado nesta situação: 218 e 203, da Lee Filters, e 3208 e 3216, da Rosco (linha Roscolux).
Pode-se utilizar qualquer outro material doméstico para bater o branco, como papel celofane
colorido, por exemplo. Apenas não o coloque em frente ao refletor, pois o material é altamente
inflamável!
Pôr-do-sol
A mesma técnica pode ser empregada para obter uma bela tomada de um pôr-do-sol. Se desejar
que a coloração da imagem fique bastante alaranjada (?quente?), basta bater o branco com o
auxílio de uma gelatina azul em frente à lente da câmera. Ao retirar a gelatina para fazer a
tomada, a imagem gravada terá uma suave tonalidade âmbar. Gelatinas: 202, da Lee Filters, e
3202, da Rosco (linha Roscolux).
Noite? americana?
Será possível simular uma noite ou um entardecer durante o dia? É possível, sim ? e não é difícil
obter o efeito, conhecido como ?noite americana?. É necessário que a iluminação seja bastante
contrastada (com claros e escuros intensos) para que o efeito seja mais convincente. Depois,
deve-se bater o branco com uma gelatina âmbar. Ao retirar a gelatina, as imagens ficarão
azuladas, o que reforçará a impressão de que a cena está sendo gravada à noite, gelatinas: 285,
da Lee Filters, e 3408, da Rosco (linha Roscolux).
Conclusão
Você aprendeu que, no processo de realizar o white balance para corrigir a cor da luz, a câmera
de vídeo acrescenta uma cor oposta. Agora que sabe como a câmera trabalha, experimente bater
o branco com o auxílio de gelatinas e filtros de correção.
Dez dicas fundamentais para fazer movimentos de câmera e tomadas estáveis
Por que a câmera se move? Há uma tendência entre os operadores de câmera-especialmente, os
iniciantes ? de exagerar nos movimentos de câmera. Cuidado! Todo movimento de câmera deve
ter um propósito: contribuir para uma melhor compreensão do expectador sobre o que está vendo.
Do contrário, o movimento terá um efeito dispersivo e chamará mais atenção do que o tópico
abordado. O mesmo vale para tomadas instáveis, ?balançadas?. Elas só servem para lembrar o
expectador de que há alguém operando a câmera, fazendo com que a gravação tenha uma
aparência amadora. Por esse motivo, Zoom Magazine apresenta dez dicas para obter tomadas e
movimentos de câmera estáveis e profissionais. Capriche na gravação!
Utilize um tripé ou outros equipamentos
Muitos operadores acham que o tripé é um incômodo, e que só atrapalha e atrasa a gravação.
Incômodo, mesmo, é assistir a imagens feitas por esses ?operadores? de câmera. Há tripés de
todos os tamanhos, levíssimos e compactos. A estabilidade das tomadas e suavidade de
movimentos proporcionadas por um bom tripé são incomparáveis. Outros equipamentos, como
monopés ou suportes, que permitem o apoio de câmeras pequenas no ombro, são igualmente
recomendáveis ? ainda que não tão eficientes. Podem ser uma boa solução em casos nos quais
não é possível utilizar um tripé. Não seja preguiçoso e pare de inventar desculpas: use um tripé!
Desfrute do sistema de estabilização eletrônica das camcorders
Muitas camcorders digitais possuem um sistema de estabilização eletrônica muito eficiente para
tomadas feitas com a câmera na mão (veja matéria nesta edição). Esse recurso é especialmente
útil em tomadas paradas, e não deve ser utilizado em movimentos de câmera como panorâmicas,
zoom e travellings, pois a camcorder não ?entende? que o operador quer fazer um movimento e
tenta corriji-lo. Em algumas comcorders o acesso a essa função se dá por um único toque num
botão. Em outras, é necessário acessar o menu da câmera.
Procure apoios naturais para o corpo e a câmera
Muitas vezes, não é possível carregar um tripé ou um monopé, não é mesmo? Embora esses
equipamentos estejam cada vez menores e mais leves... Porém, ninguém vai querer ver suas
imagens se elas estiverem muito ?balançadas?. Procure algum tipo de apoio para a câmera ou
para o corpo ? como uma parede, uma árvore, um muro baixo, um degrau etc. Faça tomadas
estáveis: apóie a câmera em algum lugar.
Não capte tomadas em teleobjetiva com a câmera na mão
Você utiliza uma teleobjetiva quando fecha o ângulo de visão da objetiva, fazendo um zoom in.
Quando estiver gravando com a câmera na mão, não utilize a teleobjetiva, pois ela amplia os
movimentos não voluntários do operador. Prefira trabalhar com o ângulo de visão aberto,
utilizando a grande-angular, que ?esconde? as trepidações.
Mantenha a camcorder afastada do corpo e utilize o lcd
As camcorders digitais geralmente possuem um monitor de cristal líquido colorido (LCD)
localizado na lateral esquerda da câmera. Esse monitor facilita muito a realização de tomadas em
que a câmera não está apoiada no ombro. Atenção: mantenha a camcorder afastada do corpo
para não transferir seus movimentos para a câmera.
Mova-se de uma posição desconfortável para uma posição confortável
Essa regra vale para qualquer movimento, mas principalmente para panorâmicas com a câmera
na mão. Comece o movimento com o corpo ?torcido? ou ?enrolado? e termine com a posição
confortável. Dessa maneira, seus músculos estarão relaxando, perdendo a tensão e retornando
para a posição natural.
Evite tomadas com a câmera na mão de cenas sem movimento
Quando fazemos uma tomada de uma paisagem ou museu, geralmente nada se move no quadro.
Nessas situações, se você ?balançar? demais a câmera, seus movimentos serão muito
perceptíveis e só causarão distração. Por isso, evite fazer tomadas estáticas com a câmera na
mão de cenas que não possuem movimento interno.
Use carrinhos improvisados para fazer travellings
Muitas vezes, carrinhos como os de supermercado ou para transporte de materiais podem ser
valiosos na improvisação de um travelling. Escadas rolantes e elevadores panorâmicos em um
shopping center também podem proporcionar boas imagens. Aproveite todos os recursos
disponíveis para melhorar seus movimentos de câmera.
Corrija tomadas ?balançadas? durante a edição, utilizando softwares adequados
Softwares como o Adobe After Effects 5.0 possuem recursos para estabilizar imagens que ficam
muito ?balançadas?. Não é um recurso mágico, mas funciona muito bem para corrigir leves
movimentos involuntários do operador de câmera.
Caminhe com os joelhos flexionados
Se for realmente necessário caminhar para fazer uma tomada, caminhe com os joelhos
flexionados, o que permitirá que os músculos das pernas atenuem os movimentos. Novamente, o
visor de cristal líquido colorido (LCD) será útil para que você não precise encostar a câmera ao
corpo. É necessário um pouco de treino para conseguir relaxar e obter bons resultados!
O que devo saber sobre Cameras Digitais ?
A câmera digital, (câmara digital), seja ela máquina fotográfica ou de cinema, revolucionou o
processo de captura de imagens, contribuindo para a popularização da fotografia ou da técnica
cinematográfica digital.
Ao invés de utilizar a película fotosensível (filme) para o registro das imagens, que requer,
posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a
câmera digital registra as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo
CMOS ou do tipo CCD, armazenando as imagens em cartões de memória. Uma câmera pode
suportar um só ou vários tipos de memória, sendo os mais comuns: CompactFlash tipos I e II,
SmartMedia e Memory stick (SDCard e MMC).
Estas imagens podem ser visualizadas imediatamente no monitor da própria câmera, podendo ser
apagadas caso o resultado não tenha sido satisfatório. Posteriormente são transferidas através de
e-mail, álbum virtual, revelação digital impressa ou simplesmente apresentadas em telas de TV.
Uma das características mais exploradas pelos fabricantes de câmeras digitais é a resolução do
sensor da câmera, medida em megapixels.
Em teoria, quanto maior a quantidade de megapixels, melhor a qualidade da foto gerada, pois o
seu tamanho será maior e permitirá mais zoom e ampliações sem perda de qualidade. Entretanto,
a qualidade da foto digital não depende somente da resolução em megapixels, mas de todo o
conjunto que forma a câmera digital. Os fatores que mais influenciam a qualidade das
fotos/vídeos são a qualidade das lentes da objetiva, o algoritmo (software interno da câmera que
processa os dados capturados) e os recursos que o fotógrafo pode usar para um melhor
resultado, ou até mesmo eventuais efeitos especiais na foto. No entanto, dependendo do uso que
será dado à fotografia, um número excessivo de megapixels não trará benefício adiconal à
qualidade da imagem e onerará o custo do equipamento.
Normalmente as câmeras voltadas ao uso profissional são dotadas de maior quantidade de
megapixels, o que lhes permite fazer grandes ampliações. Já para o usuário amador, máquinas
com resolução entre 3 e 5 megapixels geram excelentes resultados.
Em Profundidade
As câmaras convencionais dependem inteiramente de processos químicos e mecânicos, nem
mesmo há necessidade de energia eléctrica para operar. (Algumas utilizam energia para o flash e
para o obturador).
Câmaras digitais, no entanto,têm um micro-computador para gravar as imagens electronicamente.
Tal como nas câmaras convencionais, a câmara digital contém uma série de lentes, que
conduzem a luz para o sensor. Mas em vez de expor um filme fotográfico, fá-lo num aparelho
semicondutor, que registra a luz electronicamente. O micro-computador então quebra essa
informação electrónica em dados digitais. Existem dois tipos de sensores de imagem que
convertem a luz em cargas eléctricas, são eles:
1. CCD - charge coupled device
2. CMOS - complementary metal oxide semiconductor
Assim que o sensor converter a luz em electrões, ele lê o valor (a carga acumulada) em cada
célula da imagem. E aqui é que vêm as diferenças entre os dois sensores:
• O CCD ? transporta a carga pelo chip e lê o valor na esquina da linha. Um conversor
anológico-para-digital então troca o valor do pixel para o valor digital, pela medição da
quantidade de carga em cada célula.
• O CMOS usam vários transístores para cada pixel para amplificar e mover a carga
usando os tradicionais fios. O sinal já é digital por isso não necessita do conversor
analógico-digital.
Resolução
A quantidade de detalhe que a imagem pode captar chama-se resolução e é medida em pixeis,
sendo a quantidade de células na matriz do sensor. Em principio, quanto mais células existirem,
mais informação recolhe, e melhor será a qualidade da imagem.
Captando a cor
A maior parte dos sensores utilizam o filtering para captar a luz nas suas 3 cores primárias. Assim
que a câmara gravar as 3 cores, combina-as para criar o espectro todo. Isto é feito de várias
maneiras.
• 3 sensores separados, presentes em câmaras de alta qualidade, em que cada um regista
uma determinada cor. Existe um divisor de luz, que divide a luz pelas 3 cores que vão
incidir em 3 sensores diferentes, cada sensor capta uma determinada cor. Nestas câmaras
os 3 sensores vêm exactamente a mesma imagem só que em gamas de luz diferentes.
Combinando as imagens dos 3 sensores, forma-se uma só a cores.
• 1 sensor, que vai captando a luz que vai atravessar um filtro vermelho, verde e azul (que
está em rotação), ou seja o sensor grava a informação recebida para cada momento em
que passa por um filtro diferente. A imagem não é rigorosamente a mesma para cada cor,
mesmo que este processo seja feito em milésimos de segundo.
• ainda temos o sistema mais económico, que é ter uma matriz cada uma das células é
uma cor primária o que se faz é interpolação, ou um palpite educado, baseado na
informação da célula vizinha.
O sistema mas comum é o Bayer filter pattern. que é imaginemos, uma matriz onde alterna em
cada linha de acordo com dois tipos de linha: uma e a sucessão vermelho e verde, e a outra linha
é a sucessão azul e verde. portanto no total temos a mesma quantidade de células verdes do que
a soma das células azuis e vermelhas. a razão disto é que o olho humano é sensível igualmente
as 3 cores.
Ora temos apenas um sensor e a informação de cada cor é gravada ao mesmo tempo. Então
temos um mosaico de vermelho, verde e azul, onde cada pixel tem diferente intensidade. As
câmaras têm então um algoritmo de "des-mosaico": a cor verdadeira de cada pixel será
determinado pelo valor médio dos pixeis adjuntos. Existe também um outro sistema, o Foveon X3
sensor, que permite captar 4 cores, e não 3 como os convencionais......

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